por vezes, é necessário equilibrar no cume de uma agulha, a mais fina linha de
consciência, de tão apurada e cuidada;
e em cada um dos seus extremos ousar pousar,
sem hesitações ou receios,
o que enche as mãos nos dias e o que enche o coração no tempo.
Ana de Sousa, in Fragmentos (Livro I)
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